Em setembro de 2026, o Amazonas registrou 2.384 focos de calor, contra 624 no mesmo período de 2025 — um aumento de 282%.
A fumaça encobriu Manaus e municípios da Região Metropolitana, levando a estado de atenção e pior qualidade do ar do país.
A visibilidade foi reduzida e moradores relataram cheiro forte de fumaça e irritações respiratórias.
Impactos ambientais e sociaisFumaça densa comprometeu a qualidade do ar em Manaus e cidades como Itacoatiara e Careiro da Várzea.
Incêndios atingiram áreas de vegetação, causando destruição ambiental e afetando fauna, flora e comunidades locais.
Especialistas apontam falhas históricas na prevenção e na responsabilização de mandantes e financiadores das queimadas.
Ações de combateO governo federal anunciou o envio de quase 300 profissionais, aeronaves Air Tractor e helicópteros para reforçar o combate.
O Ibama informou ter extinguido 229 incêndios e atuar em outros 20 focos ativos.
Houve divergências entre governo estadual e federal sobre pedidos de apoio aéreo, com relatos de negativas e contrapontos oficiais.
MonitoramentoO IPAAM mantém um Painel de Queimadas com dados atualizados por município e período.
A situação de 2026 evidencia um agravamento significativo das queimadas no Amazonas, com impactos severos na saúde pública, no meio ambiente e na gestão de crises climáticas.
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